quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Aspirações do liberalismo, excitadas pela Revolução Francesa


Aspirações do liberalismo, excitadas pela 
       
                                        Liberdade, onde estás? Quem te demora?
                                        Quem faz que o teu influxo em nós não 
                                        Porque (triste de mim!) porque não raia
                                        Já na esfera de Lísia a tua aurora?

                                        Da santa redenção é vinda a hora
                                        A esta parte do mundo, que desmaia.
                                        Oh!, venha . . . Oh!, venha, e trêmulo a
                                        Despotismo feroz, que nos devora!

                                        Eia! Acode ao mortal que, frio e mudo,
                                        Oculta o pátrio amor, torce a vontade
                                        E em fingir, por temor, empenha estudo.

                                        Movam nossos grilhões tua piedade;
                                        Nosso númen tu és, e glória, e tudo,
                                        Mãe do gênio e prazer, o Liberdade

Um comentário:

  1. O grupo selecionou bem o poema, pois é bastante revelador. Parabéns a equipe .






    Jesus Rocha

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